Com a chegada do inverno, Cassems orienta para a prevenção e combate das doenças respiratórias

As baixas temperaturas pedem alguns cuidados redobrados em relação à saúde respiratória

A qualidade de vida de uma pessoa está diretamente associada à respiração e, no período de maio a agosto, há uma alta dos casos de doenças do aparelho respiratório. Especificamente, neste ano, é vivenciado um cenário de pandemia de Covid-19 em que, mais do que nunca, os cuidados preventivos devem ser colocados em prática. O médico Henrique Dorsa orienta para alguns cuidados básicos com a saúde que resultam em benefícios não apenas no sistema respiratório, mas para todo o corpo, em geral.

Henrique explica que, no inverno, as patologias infecciosas se manifestam, ou se elevam em indivíduos que possuam doenças respiratórias, como no caso da asma. “Dessas doenças, destacam-se algumas, como o famoso resfriado, com inflamação no nariz, na garganta e até no ouvido, além das gripes, que podem ser potencialmente graves”.

De acordo com o médico, o inverno é caracterizado, também, pelas mudanças bruscas no clima. “O inverno no Brasil tem a particularidade de ser frio e seco. Então, as próprias características da estação contribuem para o ressecamento das mucosas da garganta, do nariz e torna a pessoa mais suscetível a entrada desses agentes infecciosos”.

Medidas de Prevenção

Henrique salienta que, para evitar que as doenças respiratórias evidenciadas no inverno, algumas medidas de prevenção em saúde são necessárias. “É importante lavar as mãos, realizar a higiene pessoal corretamente, fazer o distanciamento social apropriado, evitar aglomerações de pessoas e buscar ajuda médica em casos de sintomas mais graves”.

O médico orienta, também, para evitar a automedicação. “É importante não utilizar antibióticos sem a recomendação de um médico, além de outras práticas que prejudicam a saúde respiratória, como o tabagismo. Não só o tabagismo ativo, que é quando a pessoa fuma, mas o tabagismo passivo, quando se convive com uma pessoa que fuma”.

A pessoa deve buscar ambientes ventilados e manter as janelas de casa abertas durante o dia, evitando locais fechados e aglomerados de pessoas, além de manter-se sempre hidratado, conforme explica Henrique. “A hidratação é fundamental para a boa saúde, tomando muita água, chás e bebidas quentes”.

Para o tratamento, o médico faz orientações diferenciadas para determinados casos. “Em quadros de sintomas leves, pode ser feita hidratação rigorosa e afastamento social, além da lavagem do nariz com soro fisiológico. Se houverem sinais mais graves, como dificuldade para respirar, é importante buscar assistência médica”. 

Sarah Santos
Ascom Cassems

Gestante com Covid-19 recebe alta com corredor de aplausos no Hospital Cassems de Nova Andradina

Com 18 semanas de gestação, a paciente Marinez de Paula Morel, de 31 anos, atravessou o corredor de aplausos de profissionais da saúde e funcionários do Hospital Cassems de Nova Andradina, nesta quarta-feira. Ao cruzar a saída, ela se emocionou ao ver os colaboradores que cuidaram dela e do bebê nos 4 dias em que ficou internada na unidade hospitalar.
Para Marinez, a saída do hospital não poderia ter sido mais marcante, com a surpresa que recebeu. “Quando saí do quarto de internação e cheguei no corredor, tive um momento muito emocionante, com os profissionais de saúde que me atenderam batendo palmas para mim. Nunca vou me esquecer”.
O médico que orientou o seu tratamento, Guilherme Zandoná, explica que Marinez recebeu alta para ficar em quarentena domiciliar, devida à melhora significativa do quadro clínico. “A paciente permaneceu internada por quatro dias, sob os nossos cuidados, e nesse período teve melhora no desconforto respiratório, entrando nos critérios para alta hospitalar”.
O gerente do Hospital Cassems Nova Andradina, Eliezer Branquinho, salienta que cenas como essas alegram a equipe de profissionais da saúde e dão esperança no enfrentamento do novo coronavírus. “Essas situações nos servem como uma motivação para continuarmos nessa árdua batalha de acolher e cuidar dos servidores públicos e seus familiares, durante esse período tão difícil pelo qual o mundo passa. Nossas equipes têm trabalhado incansavelmente para atender aos beneficiários com afeto e qualidade técnica. Todos os dias, unimos o que há de melhor em humanização e capacidade profissional de receber e tratar as pessoas com excelência”.
Marinez conta que não esperava ficar internada e não foi ao hospital preparada para isso, mas pelo seu quadro clínico, o isolamento se fazia necessário. “O meu maior desafio foi o primeiro dia de internação. À noite, lembro de me sentir muito desesperada, com saudades da família e sem saber lidar com as incertezas daquela situação”.
Ela relata que adquiriu a Covid-19 por transmissão comunitária, então, não sabe como ou de quem contraiu a doença. Após o diagnóstico, a sua gestação, o filho de 10 anos e a sua família foram suas maiores preocupações.
Agora, o sentimento de Marinez é de gratidão, à sua família, amigos e aos serviços da Caixa dos Servidores. “Agradeço aos médicos, enfermeiros e equipe de limpeza, que em todos os momentos me deram atenção, com palavras de positividade que me animaram e deram esperanças naquele momento difícil. Também, recebi muitas mensagens e ligações de pessoas queridas”.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Cassems amplia leitos de UTI em Campo Grande e Dourados

Com o aumento exponencial no número de pacientes infectados pela Covid-19, o plano ampliará leitos de terapia intensiva na capital e em Dourados.

O presidente da Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), Ricardo Ayache, anunciou no início da tarde desta quinta-feira (25), a ampliação no número de leitos de terapia intensiva em dois hospitais da Rede Própria: Campo Grande e Dourados. A reunião contou com a presença do diretor Clínico do Hospital Cassems de Campo Grande, Marcos Bonilha e do diretor administrativo da unidade, Alessandro Depieri.

O agravamento da pandemia do novo coronavírus foi decisivo para a ampliação do número de leitos de UTI nos dois municípios. Na capital, Ayache anunciou um aumento de 40%, o que significa 12 leitos a mais para o atendimento aos pacientes infectados pela Covid-19, passando dos atuais 30 leitos para 42 leitos. Em Dourados, a oferta de leitos de terapia intensiva será ampliada em 30%, passando de 15 para 20 leitos. Os beneficiários da Caixa dos Servidores poderão contar com esse reforço a partir de segunda-feira (29).

Mesmo com a aumento da capacidade de internação de pacientes mais graves em UTI, o presidente da Caixa dos Servidores reforça a necessidade de a população manter as diretrizes que já vêm sendo orientadas pelas autoridades sanitárias desde o início da pandemia no Brasil. “É importante que se mantenha os cuidados de usar a máscara, higienizar corretamente as mãos, permanecer em casa se possível e, acima de tudo, fazer uso do distanciamento social como ferramenta primordial para o controle da pandemia, evitando aglomerações em locais públicos. Essas ações são de extrema importância para que possamos enfrentar essa situação”, afirma.

Hospital de Campanha

Ainda no mês de março o Hospital Cassems de Campo Grande implantou um Hospital de Campanha com três consultórios e 30 leitos para atendimento ambulatorial dos pacientes que apresentarem sintomas do Covid-19. Nesse período a capacidade de leitos de UTI já havia sido ampliada em 50%, num total de 30 leitos. Além disso, ainda há a disponibilidade de três leitos de isolamento com câmara de pressão negativa, sendo distribuídos da seguinte forma: um no Pronto Atendimento, um na UTI Geral e um na UTI Cardio.

Miriam Ibanhes
AssCom Hospitais Cassems

Cassems e Sicoob realizam ação para arrecadar de mantimentos, materiais de higiene e limpeza

A parceria entre Cassems e Sicoob busca ajudar famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade durante a pandemia

Até o fim do mês de julho, a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), em parceria com o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), realiza campanha de arrecadação de mantimentos, materiais de higiene e limpeza.
Neste período de pandemia de Covid-19, muitos trabalhadores e suas famílias encontram-se em situação de vulnerabilidade, pois perderam os seus empregos ou foram prejudicados em sua renda. Além da necessidade essencial de alimentação, esses indivíduos também precisam manter boas práticas em prevenção e higiene, para evitar a contaminação por coronavírus.
Para a arrecadação, podem ser doados: água sanitária, creme dental, detergente líquido, papel higiênico, sabão em pó, sabonete, desinfetante, sabão em barra, álcool 70%, além de alimentos não perecíveis. Os produtos devem ser entregues nas unidades Cassems da capital, que possui 10 pontos de coleta. São 2 na sede da Cassems, 2 no Hospital Cassems Campo Grande, 2 no Centro Médico e de Diagnóstico Avançado, 1 na Clínica da Família, 1 na Clínica Carandá, 1 no Centro Integrado de Atenção Psicossocial e 1 no Centro de Prevenção.
Confira o endereço e responsável pela arrecadação em cada unidade:

Sede Cassems
Rua Antônio Maria Coelho, 6065
Vivendas do Bosque
67 3314-1010

Hospital Cassems
Avenida Mato Grosso, 5151 – Carandá Bosque
67 3323-0300

Centro Médico e de Diagnóstico Avançado (CMDA)
Rua Príncipe Ranier, 84. Royal Park
67 3056-9800

Centro de Prevenção em Saúde
Rua Abrão Julio Rahe, 97
67 4001-6900

Clínica da Família
Rua 25 de Dezembro, 1231 – Centro
67 3322-3400

Centro Integrado de Atenção Psicossocial (Ciaps)
Rua São Paulo, 68 – Centro
67 3384-6344

Unidade Carandá Bosque
Rua Boipeva, 184 – Carandá Bosque I
3312-2102https://www.youtube.com/watch?v=MzVKsltzYdI

Sarah Santos
Ascom Cassems

Médico curado da covid-19 conta sua experiência após 8 dias de internação em hospital da Cassems

Com 8 dias de internação, o paciente elogia os protocolos e a equipe de atendimento Cassems

O médico intensivista, Leandro de Oliveira Silva, recebeu alta médica na última quinta-feira (18), no Hospital Cassems Nova Andradina, após 14 dias de tratamento de Covid-19, sendo 8 em Unidade de Terapia Semi-Intensiva. O profissional de saúde, que atua na linha de frente do combate ao novo coronavírus em uma unidade de saúde de Dourados, se viu no lugar de paciente e contou com os serviços da Caixa dos Servidores. Ele está curado da doença, mas ainda segue em recuperação. “Eu ainda me sinto debilitado, perdi 14 kilos no total durante esse período, me sinto fraco e ainda não posso ficar muito tempo em pé. Há algumas restrições musculares e pulmonares”.
O sentimento de Leandro, após passar pela doença e ser acolhido pela equipe Cassems, é de gratidão. “O meu atendimento foi excelente. Agradeço à toda equipe de médicos e, especialmente, à minha médica, Maria Rosenbaum. A capacidade técnica dela foi sensacional, uma competência ímpar, o que foi fundamental no meu tratamento”.
Os agradecimentos se estendem não só à equipe médica, como aos outros profissionais que atuam na estrutura e atendimento do hospital. “Agradeço aos funcionários da limpeza, que foram muito gentis comigo. Ao pessoal da cozinha, que me incentivou muito na alimentação. E, também, aos enfermeiros, que foram muito competentes nos cuidados, durante os dias em que estive internado”.
O médico reitera a importância da prevenção para evitar o contágio do coronavírus. “Falo como paciente e profissional da saúde. Infelizmente, a Covid-19, é uma doença que, enquanto não surgir uma vacina, não há muito o que fazer à respeito e muitas pessoas vão passar por ela. Para evitar, é preciso que as pessoas se policiem em relação ao uso de álcool 70%, uso de máscara de proteção, além de evitar o contato físico”.
Leandro chama a atenção para a realização das medidas de proteção, também, dentro de casa. “Mesmo que eu tenha adquirido a doença, minha família não contraiu, porque mantivemos todos os cuidados dentro de casa. Eu mesmo lavava as minhas roupas, fazia toda a higienização indicada ao chegar em casa, evitava o contato físico, entre outras medidas que ajudaram neste período”.
Ele conta que, ao chegar no Hospital Cassems de Nova Andradina, foi encaminhado para a Semi UTI. “O tratamento que recebi foi impecável, baseado nos protocolos mais modernos. Na terça-feira, houve uma piora nos exames, mas com o tratamento eu fui melhorando e me sentindo melhor. No quarto dia de internação, mesmo com o oxigênio, já conseguia ficar sentado e percebi progresso no meu quadro clínico”.
A Coordenadora da Unidade Semi-Intensiva do Hospital Cassems Nova Andradina, Maria Claudia Rosenbaum, foi quem orientou o tratamento de Leandro e explica os procedimentos realizados com o paciente. “Ele veio transferido de uma unidade de saúde em Ivinhema. Então, como já estava na fase inflamatória da doença, o levamos para a unidade semi intensiva e identificamos um pouco menos de 50% de acometimento pulmonar. Inserimos alguns medicamentos e iniciamos o tratamento, colocando ele em isolamento completo, com oxigênio complementar e fisioterapia”.
Com a melhora progressiva, Leandro pôde comemorar a retirada do oxigênio complementar. “Para mim, aquele foi um sinal de que estávamos vencendo a doença. Na sexta-feira, já não tive mais febre e nem dores na cabeça ou no corpo. Após isso, segui me recuperando, já conseguia tomar o banho sozinho, e no domingo fizemos a opção pela alta”.
Maria Claudia salienta que os pacientes com a Covid-19 que são atendidos no Hospital Cassems Nova Andradina recebem um tratamento cuidadoso, com a cautela para evitar possíveis contágios. “Temos uma área diferenciada para atender pacientes com Coronavírus, com uma equipe separada, fazendo uso de todos os equipamentos de proteção individual. Nos últimos dias, o paciente Leandro já não apresentava mais os sintomas de antes, e foi embora muito bem”.
Nesta unidade hospitalar, a segurança nos protocolos é uma grande aliada dos tratamentos de sucesso realizados pela unidade. Maria Claudia afirma que tanto os pacientes, quanto os profissionais de saúde, são beneficiados. “No hospital, temos entradas separadas para as equipes que trabalham com a Covid-19 e as que trabalham com outras patologias. Os pacientes também são tratados em áreas diferentes, para diminuir os riscos. Oferecemos todos os equipamentos de proteção individual, temos um regulamento rígido de proteção, além de treinamentos semanais de paramentação”.
A Coordenadora da Unidade Semi-Intensiva do Hospital Cassems Nova Andradina, Maria Claudia Rosenbaum, foi quem orientou o tratamento de Leandro e explica os procedimentos realizados com o paciente. “Ele veio transferido de uma unidade de saúde em Ivinhema. Então, como já estava na fase inflamatória da doença, o levamos para a unidade semi intensiva e identificamos um pouco menos de 50% de acometimento pulmonar. Inserimos alguns medicamentos e iniciamos o tratamento, colocando ele em isolamento completo, com oxigênio complementar e fisioterapia”.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Projeto de literatura utiliza tecnologia para superar distanciamento social

O Projeto A Literatura Cura agora dispõe da ajuda tecnológica para superar as barreiras do distanciamento social e manter acolhimento de pacientes no Hospital Cassems de Campo Grande

Pela primeira vez desde sua criação, há três anos, o Projeto A Literatura Cura, coordenado pela poetisa e historiadora Raquel Anderson e desenvolvido junto aos pacientes no Hospital Cassems de Campo Grande, utiliza a tecnologia para encurtar distância e superar as barreiras do isolamento social imposto pela pandemia de Coronavírus. Para não perder o ritmo de trabalho e manter a conexão com os pacientes, verificando suas necessidades emocionais a anamnese literária que era costumeiramente feita de forma presencial agora conta com o apoio de aplicativos de vídeo conferência e um tablet. “Como a pandemia do Covid-19 nos obrigou a realizar o distanciamento social, acabamos por utilizar a tecnologia para manter o vínculo com os nossos pacientes e desenvolver o trabalho de acolhimento que era feito presencialmente”, explica Raquel.
Com o apoio da equipe multidisciplinar, em especial os profissionais da psicologia clínica, os pacientes são abordados e questionados se há o interesse de participar do projeto que, temporariamente, passou a se chamar de Tele Literatura Cura. A equipe de psicólogos marca dia e hora para receber a “visita virtual” da Raquel Anderson, que por ser do grupo de risco, também está cumprindo o distanciamento social, mas mantém o trabalho em home office. Via internet, no dia e hora marcados, é feita a vídeo chamada. “Nesse momento a Raquel conversa e acolhe o paciente e, através da anamnese literária, constrói uma poesia personalizada, cheia de carinho e detalhes que emocionam não apenas quem está internado, mas toda a equipe”, conta a psicóloga hospitalar, Rejane Ferreira Amorim de Oliveira.
Maria Vitória, 16, é uma das pacientes que foram atendidas pelo novo formato do Projeto A Literatura Cura. A jovem permaneceu internada após sentir fortes dores de cabeça, resultado de uma encefalite que causou a perda de 80% da visão. Enquanto aguardava cirurgia para reverter o processo de perda da visão, ela conversou com a Raquel via tablet. Mesmo sem conseguir focar os olhos na tela, ela pode sentir na voz da poetisa o carinho de ser acolhida e contou alguns detalhes do que pretende fazer após a internação: “Vou valorizar mais a vida que tenho, ajudar mais a minha mãe e estar mais próxima das pessoas que amo”, diz emocionada.
Alguns dias depois da cirurgia que tinha como objetivo aliviar a pressão sobre os nervos ópticos e fazer com que a visão voltasse ao normal, Vitória, ao lado da mãe, Ana, recebeu a caixa do Projeto A Literatura Cura. Dentro uma cartinha, escrita à mão. A letra cursiva, bem desenhada, formando frases que desenhavam o estilo e a personalidade de Vitória. Ao ouvir as palavras, lidas pela mãe, os olhos, já focando os objetos e pessoas ao redor, brilhavam de felicidade. Ao perceber que no final da carta estavam bordados dois pequenos cães, ela sorriu e disse, surpreendida: “Nossa, até meus cachorros estão aqui. Estou louca para vê-los, com muitas saudades. Obrigada pela carta. Agora estou muito melhor”.
“Nesse momento de pandemia, em que as pessoas precisam se reinventar, felizmente a tecnologia está a nosso favor”, comenta Raquel, que já recebe várias demandas para o Tele Literatura Cura. A poetiza, mesmo em home office, acompanha todos os pacientes que aceitam participar do projeto e receber uma palavra de carinho. É o caso de Kailayne da Silva Portante, que uma vez por semana precisa enfrentar cerca de 120 quilômetros de Nova Alvorada do Sul à Campo Grande, para dar continuidade no tratamento oncológico. Amante da arte e da literatura, ao receber a carta personalizada do projeto Kailayne conta como se sentiu acolhida: “Foi muito importante perceber que no hospital tem muitas pessoas que se importam e nos ajudam a passar por esses momentos que são difíceis”.

Miriam Ibanhes
AssCom Hospitais Cassems

Para evitar a contaminação por Covid-19, uso de máscaras torna-se obrigatório em Campo Grande

A obrigatoriedade da utilização da máscara foi decidida em virtude do aumento de casos de Covid-19

Na última sexta-feira (19), em Campo Grande, e à partir da segunda-feira (22), em todo o Mato Grosso do Sul, torna-se obrigatório o uso de máscaras para circulação de pessoas. A medida foi tomada em decorrência do agravamento da pandemia do novo Coronavírus. Os acessórios de proteção podem ser artesanais ou industriais e é imprescindível que cubram a boca e o nariz.
Nas unidades de atendimento da Cassems, todas as possíveis medidas de prevenção ao contágio por Covid-19 estão sendo tomadas desde o início da pandemia, reiterando o compromisso do plano de saúde com o bem-estar dos beneficiários e comunidade em geral. No entanto, neste momento, de aumento massivo dos casos de Coronavírus, é fundamental o uso dos equipamentos de proteção individual, para garantia de segurança e cumprimento dos protocolos de higiene.
De acordo com o Código Sanitário Municipal, o comércio deve proibir a entrada de cliente sem a máscara, anotar o nome da pessoa e informar as autoridades. O uso do protetor facial é obrigatório para todos, exceto crianças menores de 4 anos, pessoas com deficiência intelectual ou transtornos psicossociais que impeçam o uso de máscara. É proibido, ainda, circular em áreas comuns de condomínios ou elevadores de prédios residenciais e comerciais sem a máscara.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Programa de prevenção ‘Casal Grávido’ da Cassems volta à ativa em modalidade virtual

De maneira gratuita e aberta ao público, o curso migra para plataforma digital

Na próxima quinta-feira (25), às 19h, pais e mães terão a oportunidade de realizar um curso gratuito, com os profissionais da saúde da Cassems, sobre a gestação, o pré-natal e o pós-parto. O programa de prevenção ‘Casal Grávido’, que estava suspenso desde março em decorrência da pandemia de Covid-19 e agora retorna em formato digital, tem o objetivo de prevenir os principais problemas que possam aparecer durante a gestação, por meio de roda de conversa com os pais. Os interessados em participar do “Casal Grávido” devem fazer a inscrição pelo e-mail programasdeprevencao@cassems.com.br ou Whatsapp 9 9974-0599.
No programa de prevenção, um casal será sorteado para participar presencialmente, respeitando todas as medidas de prevenção para distanciamento e higiene. Junto da roda de especialistas da gestação e maternidade, os pais poderão dialogar abertamente e tirar dúvidas referentes à esse período tão importante.
A diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, salienta que, mesmo em meio à uma pandemia, o plano de saúde mantém o seu compromisso com as mães e os cuidados durante a gestação. “Se os beneficiários não podem vir até nós, nós vamos até eles. Agora, as dicas e troca de experiências do ‘Casal Grávido’ estarão disponíveis em uma versão online, feita com muito carinho e aberta à toda a comunidade”.
Para Ana Carolina Pinheiro, educadora física, é importante dialogar com os casais, mesmo em uma segunda gestação. “No ‘Casal Grávido’, temos profissionais de diversas áreas da saúde para tirar dúvidas e interagir com os pais. Então, as perguntas vão surgindo e novas situações aparecem. Sempre tem novidades no mercado, buscamos esse momento para deixar os pais mais tranquilos para receber o filho tão desejado”.
De acordo com a médica Pediatra, Jheth Jeanne, o programa de prevenção oferece conforto para os pais, por meio da troca de informações. “Os pais podem tirar dúvidas da parte técnica da gestação e parto, além de experiências mais subjetivas e individuais. Desta forma, os pais podem tirar algumas inseguranças deste período”.
Uma das profissionais que participam do programa, a enfermeira Paula Serafim conta que, independentemente das dúvidas que os pais trazem ao curso, o mais importante são a adaptação e o carinho despendido ao bebê.
“Os pais têm muitas dúvidas sobre a amamentação, de como proceder, do tempo de aleitamento, de como a alimentação transcorre nos primeiros dias após a gestação. Eles também têm muitas dúvidas sobre os cuidados familiares, como banho, cuidado com coto umbilical. Mas a importância de tudo é mostrar diferentes modos de fazer, porque cada família tem o seu jeito de fazer as coisas e é justamente esse jeitinho que as crianças precisam. E é isso que as mães precisam fazer, se fortalecer, porque os bebês precisam dela e da família na qual eles estão inseridos, e assim o resto fica bem”.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Em mês de conscientização sobre a importância da doação de sangue, beneficiários da Cassems falam das suas experiências com o ato de solidariedade

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a doação de uma pessoa pode salvar até quatro vidas

O mês de junho é marcado por campanhas de conscientização sobre a importância da doação de sangue. Em 14 de junho, é comemorado o “Dia Mundial do Doador de Sangue”, data determinada pela Organização Mundial da Saúde. Neste ano, em específico, o cenário de pandemia do Covid-19 traz a necessidade de abastecer os bancos de sangue para atender às vítimas do vírus. Doar sangue é rápido, fácil e um ato de solidariedade.
O músico Hugo Carneiro explica que tinha medo de agulhas, até que, em 2014, resolveu superar essa questão para doar sangue. “Saber que podemos ajudar pessoas que nunca vimos é emocionante. Anos depois que comecei a doar, vi a minha mãe precisando e vários amigos se mobilizando para ajudá-la, a sensação é indescritível”.
Para ele, o sentimento de solidariedade é um grande benefício no momento da doação. “Quando todos sentirem a alegria de poder doar e ajudar a salvar vidas com um simples ato, os bancos de sangue sempre terão um bom estoque”.
A publicitária Josiane Paganini conta que assistia às campanhas de doação de sangue na televisão e isso lhe dava vontade de doar. “Sempre quis ser doadora de sangue. No entanto, quando completei a idade mínima, não tinha o peso requerido. Também, demorei para ter a pressão arterial apropriada e tive que esperar até completar 20 anos”.
Ao completar 20 anos, Josiane iniciou uma tradição. “Desde então, eu doo sangue em todos os meus aniversários. Acho que isso significa muito, pois é alto tão pequeno, um gesto singelo e feito rapidamente, mas que pode salvar uma vida”.
Para ela, ajudar o próximo deve ser um compromisso de todos. “Nós não levamos nada dessa vida, então, se eu posso doar, por que não fazer?”.
Os requisitos para doar sangue são de ter entre 16 e 69 anos e pesar mais de 50kg. Também, é preciso apresentar documento oficial com foto e menores de 18 anos só podem doar com consentimento formal dos responsáveis. Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente. O procedimento para doação de sangue é simples, rápido e totalmente seguro. Não há riscos para o doador, pois os materiais utilizados na coleta do sangue não são reutilizados, o que elimina a possibilidade de contaminação.
Ainda, as recomendações para o procedimento são de estar bem alimentado, evitar alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem à doação de sangue. Também, aguardar duas horas, caso seja após o almoço e ter dormido ao menos 6 horas nas últimas 24 horas.
Estar alimentado. Evite alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação de sangue. Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o tiverem feito antes dos 60 anos. A frequência máxima é de quatro doações de sangue anuais para o homem e de três doações de sangue anuais para as mulher. O intervalo mínimo entre uma doação de sangue e outra é de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Com a recomendação para isolamento social, saiba como organizar a sua festa junina em casa

Mesmo que em casa, é importante manter algumas tradições em família

Neste ano, as festas juninas terão que ser adaptadas para atender as medidas de saúde. Com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para isolamento social, muitas das festividades coletivas foram dispensadas, para evitar aglomerações. Contudo, com criatividade e dedicação, as comemorações ainda podem ser realizadas, em casa, com a família. Neste período, é importante transformar algumas tradições, inclusive, para a saúde mental.
O psicólogo Ricardo Takaki afirma que a falta das festividades, que são comuns da cultura local, interferem nos sentimentos das pessoas “São hábitos que, agora, não podem ser praticados, por uma questão de saúde e segurança. Quando falamos de festas tradicionais, como a festa junina, é importante que se observe o simbolismo, que vai muito além de ser uma tradição desta ou daquela religião”.
De acordo com o psicólogo, os símbolos envolvem todas as pessoas. “Por exemplo, podemos falar da fogueira, um elemento forte no mês de junho. O fogo foi dominado pelo ser humano há milênios e, como resultado disso, aprendemos a cozinhar, a forjar os metais, a nos aquecer no frio, então a fogueira não é só para as cantigas e brincadeiras, mas nos remete à um sentimento mais profundo. Esse simbolismo transborda para os dias atuais em um festividade que está enraizada nas tradições regionais. O Brasil possui a tradição de realizar as festas juninas e, em cada estado, com sua própria cultura, houveram modificações ao longo do tempo, nas formas de realizar”.
Ricardo explica que, mesmo com o novo cenário apresentado pela pandemia, é possível trabalhar para fazer as festas em casa, com os familiares. “Seres humanos são capazes de realizar o que é chamado de ‘ajustamentos criativos’, para encontrar uma melhor forma de lidar com os desafios que se apresentam”.
Para o psicólogo, é possível ainda trazer benefícios para a saúde mental promovendo atividades em família. “O importante é que se observe qual o verdadeiro sentido da comemoração, estar com as pessoas e conectar-se à elas. Também, é usar hoje também da criatividade e aproveitar as tecnologias disponíveis”.

Confiram algumas dicas da Cassems para realizar a sua festa junina em casa:

  • As vestimentas são parte importante das festas juninas. Toda a família pode se vestir à caráter, com o que tem em casa, fazer uma maquiagem diferente e customizações de roupas.
  • As tradicionais bandeirolas não podem ser esquecidas. Para criá-las, basta recortar alguns papéis coloridos, grampeá-los em uma fita ou barbante e pendurar o adereço.
  • Mesmo sem crianças em casa, a diversão não pode ficar de fora. Existem diversas brincadeiras típicas, que são possíveis de serem criadas na sala de casa, para alegrar a noite com a família. Algumas brincadeiras como o bingo, pesca e tiro no alvo podem fazer parte da festividade.
  • Em uma boa festa, não pode faltar música. Crie uma playlist junto da sua família, que contemple os gostos de todos e tenha músicas que fazem referência às festas juninas. Assim, vocês podem curtir a comemoração e até fazer uma quadrilha.
  • A comida é a parte mais importante de uma festa junina. Para a comemoração, as receitas são fáceis de fazer e ajudam a matar a saudade dos arraiais antes da pandemia. Mesmo sem a prática de cozinhar, na internet é possível encontrar diversas alternativas de pratos típicos.

Sarah Santos
Ascom Cassems