CASSEMS CONTRA O CORONAVÍRUS: esteja atento para as fake news sobre a doença

Desde sua disseminação pelo noticiário, o coronavírus propagou uma onda de fake news relatando curas e ameaças inexistentes sobre a doença. O Ministério da Saúde criou um número de WhatsApp, o (61) 99289-4640, para receber “informações virais” sobre coronavírus, que serão analisadas pelos técnicos da pasta. Desde o início da pandemia, foram recebidas 6.500 mensagens, das quais 90% eram relacionadas à nova doença. Dessas, 85% eram falsas.
Se atentem às dicas para não cair ou disseminar Fake News sobre o coronavírus:

  1. Consciência
    Antes de compartilhar qualquer mensagem sobre o coronavírus, reflita sobre o conteúdo. Essa mensagem faz mesmo sentido? É possível que um óleo de orégano ou qualquer outro produto natural cure os efeitos de um vírus recém-descoberto? Não há milagres. Cientistas já estão trabalhando em uma vacina, mas o desenvolvimento pode levar meses.
  2. Fontes oficiais
    As mensagens no WhatsApp ou Facebook podem ter sido escritas por qualquer um e conter erros, propositais ou não. Por isso, é importante só compartilhar fontes confiáveis. O Ministério da Saúde tem feito coletivas e disponibilizado informações em seus canais oficiais. As redes sociais e sites da Cassems também são fontes seguras de informações.
  3. Não há motivos para pânico
    Um dos motivos para que tantas fake news circulem, em tão pouco tempo, é o medo que as pessoas sentem à medida que o surto vai se aproximando de suas realidades. Na quarta-feira (11), a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou pandemia em mais de cem países, em todos os continentes. Em janeiro, a entidade já havia declarado emergência de saúde internacional. Isso não significa, no entanto, que devemos entrar em pânico. Seguir os principais protocolos de prevenção ainda é a medida mais eficaz, como lavar bem as mãos e evitar contato estreito com pessoas portadoras de sintomas respiratórios e febre.
  4. Conversa
    Neste momento, as pessoas mais instruídas devem conversar e orientar familiares, amigos e colegas. Vale mandar uma mensagem no grupo da família, chamar o pai, a mãe, o tio, a tia e o cunhado para uma conversa, explicar que muitas fake news sobre o vírus estão circulando e que repassar qualquer mensagem sem checar a origem só agrava a desinformação.
  5. Google
    Muitos compartilhamentos de conteúdos falsos poderiam ser evitados com uma simples busca no Google. Recebeu uma mensagem sobre o coronavírus e não tem certeza da veracidade? Simples. Abra o Google (google.com) e digite as palavras-chave da mensagem que recebeu. Se for mentira, provavelmente haverá inúmeros links de sites de jornalismo profissional e de checagem de conteúdo desmentindo o boato.
  6. Dê um toque
    Recebeu um conteúdo falso, seguiu os passos acima descritos e identificou que era uma fake news? Bacana. Agora, o próximo passo é alertar quem repassou a mensagem à você de que aquele material é uma mentira. A pessoa do outro lado pode ficar constrangida e pensar duas vezes na hora de compartilhar novas mensagens sem o devido cuidado.
  7. Deixe a política de lado
    Vivemos uma época de extrema polarização. Esse é um momento de esquecer completamente qualquer rivalidade política. Portanto, vale conversar no grupo da família e conscientizar sobre a doença.

O Ministério da Saúde criou um portal para desmentir notícias falsas sobre o coronavírus, no seguinte link: https://www.saude.gov.br/fakenews.

Sarah Santos
Ascom Cassems