Em meio a pandemia, temos, sim, boas notícias para compartilhar

O mundo todo está preocupado com as consequências da pandemia do novo coronavírus. Porém, mesmo imersos em notícias assustadoras que causam ansiedade e apreensão, existem algumas boas histórias que devem ser compartilhadas para nos trazer alento e esperança. Contudo, continuemos em alerta, pois ainda não podemos minimizar a importância dos cuidados, porque o problema ainda é grave e requer a atenção e colaboração de todos nós.

  • Brasileira que ficou na UTI se cura
    Uma das cinco primeiras pessoas a ter coronavírus, no Brasil, e também uma das primeiras a ter a forma grave da doença no país e precisar de terapia intensiva, teve alta hospitalar e foi declarada curada do vírus, no dia 18 de março.
  • Solidariedade contagia o brasileiro e mundo vê nascer verdadeira onda de gentileza e empatia
    Assim que foi declarado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que o isolamento social é a melhor forma de evitar a disseminação do Covid-19, moradores de condomínios têm se disponibilizado a ajudar vizinhos idosos ou de outros grupos de risco com compras de supermercado, farmácia ou outras necessidades básicas. Bilhetes com nomes e contatos dos voluntários são deixados em elevadores, no hall e até na porta de apartamentos dos prédios. Ao redor do mundo, temos notícias de que pessoas e pequenas empresas estão entregando mantimentos para seus vizinhos idosos em isolamento, crianças estão cuidando de sem-teto e pessoas estão compartilhando seu papel higiênico com a comunidade, entre outras histórias de bondade e compaixão que surgem diariamente nas redes sociais.
  • Chinesa de 103 anos e italiana de 95 se curam
    Uma mulher de 103 anos se tornou a pessoa mais velha a se curar do coronavírus. Ela ficou em tratamento por seis dias em um hospital de Wuhan, na China, e foi liberada para voltar para casa. Já uma italiana, de 95 anos, foi o segundo caso na Itália de um idoso com mais de 90 anos que obteve a cura da doença. Anteriormente, um senhor de 97 anos também recebeu alta do hospital após se livrar do Covid-19.
  • Países conseguiram conter o contágio
    Alguns países asiáticos parecem ter conseguido reduzir substancialmente a propagação abrupta do vírus. Taiwan, que faz fronteira com a China, tem uma população 26 milhões de habitantes e, até o último dia 23, havia registrado apenas 67 casos e uma morte em mais de dois meses de luta contra o novo coronavírus. A província chinesa de Hong Kong, onde vivem 7,5 milhões de pessoas, que também tem fronteira terrestre com o resto da China, só teve 155 casos confirmados e 4 mortes. No Japão, com uma população de 120 milhões, os casos mal excederam 800, enquanto na Coreia do Sul, embora haja mais de 8 mil pacientes, novas infecções foram abruptamente reduzidas nas últimas semanas.
  • China anuncia fim da transmissão local
    A China, país onde a pandemia de coronavírus se iniciou, anunciou a diminuição drástica de casos de infecção por meio de transmissão local. Dados divulgados nesta sexta-feira (27), apontam 55 novos casos de infecção e, desses, 54 foram “importados”, ou seja, vieram de outras localidades. Para especialistas, a notícia indica que medidas sociais restritivas funcionaram na contenção da disseminação do vírus.
  • Mais de 100 mil pessoas já se recuperaram do coronavírus no mundo
    Pesquisa feita pela Universidade Johns Hopkins aponta que mais de 100 mil pacientes com Covid-19 já se recuperaram totalmente da doença. Ainda de acordo com o estudo, esse número deve subir ainda mais, à medida que mais tratamentos em potencial são testados em todo o mundo.
  • Quarentena diminui poluição e acaba transformando o céu no litoral de SP, e restrições reduzem poluição na Itália, China e em NY
    A orientação de quarentena como forma de prevenção ao novo coronavírus tem mantido não só a população dentro de casa, mas também carros dentro das garagens, o que tem ajudado a diminuir a poluição na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, e colaborado para que os moradores consigam enxergar o céu da região menos poluído. Já no exterior, estudos mostram queda de 25% nas emissões de dióxido de carbono na China desde início da pandemia de coronavírus e a água dos canais de Veneza ficou tão mais clara que golfinhos, cisnes e cardumes de peixes foram flagrados nos canais. Em Nova York, com a queda de 35% do trânsito automotivo na cidade, as emissões de monóxido de carbono caíram cerca de 50%.
  • Empresas estão se mobilizando para produzir estoque de alcool 70% que serão doados para hospitais e centros de assistência à saúde. A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul, por exemplo, recebeu 1.400 litros do produto das Usinas Santa Helena e Laguna, que abastecerão as unidades hospitalares de Campo Grande e Nova Andradina. Ainda, O Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), que representa o setor produtivo de cachaça, informou que fabricantes associados da instituição vão doar, nos próximos dias, pouco mais de 70 mil litros de álcool etílico hidratado a 70% para uso nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).
    Fontes: BBC Brasil, sonoticiaboa.com.br, G1.com.br, valor.globo.com, veja.abril.com.br e uol.com.br

Gustavo de Deus
Ascom Cassems