Isolamento social e trabalho em casa geram reclamações de dores nas costas

Com a pandemia da Covid-19, o tempo passado dentro de casa aumentou e, para muitos, o sedentarismo também

O isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus mudou a realidade de muitas pessoas, fazendo com que passem mais tempo dentro de casa. Ainda, muitos indivíduos abandonaram as suas rotinas de atividades físicas e movimentação diária. Com o passar dos meses, essas práticas acarretaram algumas consequências físicas e mentais, como as dores nas costas. O coordenador de Fisioterapia da Cassems, José Roberto Faker, aborda esse assunto.
José Roberto salienta que, após a pandemia, tem recebido alguns pacientes com queixas de dores na região da coluna e lombar. “Isso tem ocorrido, principalmente, em decorrência do sedentarismo. O incômodo pode surgir da falta de atividade física e exercícios para promover a flexibilidade, alongamento e fortalecimento muscular”.
De acordo com o fisioterapeuta, a tendência de pessoas que trabalham, estudam e desenvolvem as suas demais atividades em casa, durante esse período, é permanecer algumas horas diárias sentadas em frente ao computador, às vezes, em espaços não apropriados para que o corpo fique devidamente alinhado. “Passar muito tempo na mesma posição, aliado à ausência de exercícios físicos devido ao isolamento social, pode acarretar em encurtamento muscular, o que traz as dores”.
José Roberto explica que existem maneiras preventivas para evitar dores lombares, em casa. “A melhor forma de prevenir os incômodos é, todo dia, ao acordar, fazer alongamentos das pernas e dos braços, se espreguiçar bastante, com o objetivo de preparar a musculatura para que, durante a rotina, seja possível fazer as atividades laborais sem muito desgaste”.
José Roberto conta, também, que caso a dor já esteja instalada, é possível amenizar com algumas técnicas. “Se a pessoa já estiver com dor, ela pode fazer compressas de água morna, pois a água quente faz uma vasodilatação na musculatura e promove o relaxamento muscular. Então, isso alivia bastante a tensão na região acometida”.
No entanto, caso a dor permaneça, é necessário buscar auxílio médico. Conforme explica o fisioterapeuta, a partir do momento em que o incômodo torna-se recorrente, pode significar que há complicações. “Caso os espasmos durem vários dias, causem perda de produtividade e limitações físicas, é preciso buscar assistência médica para realizar o diagnóstico correto e, posteriormente, tratamento clínico e fisioterapia”.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Cassems cria estrutura no hospital de Campo Grande para atender familiares de pessoas internadas

‘Espaço Acolher’ conta com uma equipe de profissionais de saúde para orientar aos familiares de pacientes

À partir desta quarta-feira (22), o Hospital Cassems Campo Grande inaugura o “Espaço Acolher”, para acolher familiares de pacientes internados. A estrutura, composta por dois containeres, ficará no estacionamento da unidade hospitalar e será um ambiente para dialogar sobre o quadro clínico, bem como oferecer auxílio psicológico para pessoas próximas dos beneficiários em internação. O local terá assistentes sociais e psicólogos à disposição, todos os dias da semana, das 7h às 17h.

A estrutura foi armada em decorrência do protocolo de “visita 0” para pacientes que ocupam leitos no Hospital Cassems, em decorrência do aumento expressivo de casos de Covid-19. Para proteger os beneficiários internados e familiares, evitando possíveis contaminações, a orientação é para que não sejam feitas visitas hospitalares.

De acordo com a diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, todos os hospitais da Cassems do estado prezam pela humanização no atendimento. “Neste momento de pandemia, precisamos usar da empatia e união para levar o melhor atendimento aos nossos beneficiários. Com a necessidade de isolamento social dos pacientes internados na unidade hospitalar, torna-se mais difícil para os familiares terem notícias do quadro clínico daquele indivíduo. Então, instalamos dois containeres no estacionamento do hospital, com assistente social e psicólogas, para acolher essas pessoas”.

A assistente social, Luana Leal, explica que neste momento, o serviço social funciona como um mediador, para acolher e assegurar o vínculo com o familiar. “Há pessoas com entes queridos internadas e, por conta da pandemia, não podem visitá-lo. Desta forma, um dos principais processos de intervenção é a escuta social qualificada. Para isso, o acolhimento é realizado de forma individualizada,  com cuidado, oferecendo um ambiente reservado e tranquilo”

De acordo com Luana, o objetivo do “Espaço Acolher” é aproximar e informar de maneira humanizada aqueles que anseiam por respostas sobre seus familiares. “Agora, essas pessoas podem contar com uma equipe preparada exclusivamente para dialogar com elas. Todos estamos passando  por um período delicado, que traz inseguranças e incertezas. Indivíduos que têm um ente querido internado e não pode vê-lo ou tocá-lo podem ficar ainda mais frágeis”.

A coordenadora de Psicologia da Cassems, Claudia Szukala, salienta que o “Espaço Acolher” inclui, também, apoio psicológico aos familiares que necessitarem de suporte na internação de um ente querido. “Esse cuidado com as famílias é importante, pois elas também ficam fragilizadas, percebemos que aumentam os níveis de ansiedade, irritabilidade, medo e insegurança. A Psicologia está junto para acolher esses sentimentos e sensações e tornar esse momento de tensão menos difícil”.

Os familiares de pacientes que quiserem entrar em contato com a Assistência Social podem ligar para o número 3323-0480. Ainda, os que quiserem entrar em contato com a Psicologia, devem ligar para 3323-0481.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Coordenador de Enfermagem do Hospital Cassems Campo Grande fala sobre a realidade dos profissionais durante a pandemia

Desde março, profissionais de saúde enfrentam o cenário de crise sanitária do novo coronavírus

No dia 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou pandemia do novo coronavírus. Com o aumento massivo de casos da doença, os hospitais recebem uma grande demanda de cuidados. Para os profissionais da saúde, lidar com uma nova patologia, extremamente infecciosa, é um desafio. O responsável técnico de Enfermagem do Hospital Cassems Campo Grande, Fábio Doneida, compartilha as vivências da sua equipe nos últimos quatro meses.

Fábio explica que, no início da pandemia, instalou-se um sentimento de ansiedade na equipe de Enfermagem. “O profissional de saúde que está na ponta também tem os seus medos, as suas tristezas e angústias. Rapidamente, o hospital passou por um processo, orientado pelas diretorias, para que nos preparássemos em relação ao que estava por vir”.

De acordo com o coordenador, mesmo que os profissionais de saúde da Cassems já fossem preparados para lidar com cenários diferenciados, como o de uma pandemia, receberam uma série de treinamentos para orientações de como agir nessas circunstâncias. “Tivemos várias aulas de paramentação e desparamentação, foram criados fluxos diferenciados para equipe de cuidados e pacientes, além do investimento em equipamentos de ponta para atender os beneficiários de maneira apropriada”. 

Para Doneida, as medidas tomadas em virtude da pandemia de Covid-19 trouxeram um sentimento de segurança para os colaboradores do hospital Cassems, o que deu mais tranquilidade para trabalhar. “A Enfermagem realmente está na linha de frente, fica presente em todos os momentos. Então, tivemos a preocupação de aumentar o quadro de funcionários, para que esses profissionais tivessem momentos de descanso. Quando o profissional recebe cuidados, ele se torna mais capacitado e qualificado para lidar com o próximo”.

Outra mudança vivenciada pela equipe de Enfermagem foi em relação às comemorações do Dia do Enfermeiro, no dia 12 de maio. Tradicionalmente, conforme explica Fábio, no Hospital Cassems Campo Grande, a semana alusiva era festejada com palestras e reuniões. “A pandemia nos trouxe momentos de muita reflexão. Neste ano, não pudemos realizar o seminário de Enfermagem, como fazíamos. Então, trabalhamos o tema solidariedade, e fizemos uma grande campanha de doação de mantimentos, para a montagem de cestas básicas, que foram entregues à instituições sociais”.

No entanto, o maior desafio para a equipe, de acordo com Doneida,  foi ressignificar o acolhimento com os pacientes. “Dentro do Hospital da Cassems, trabalhamos uma cultura de humanização. Com uma máscara cobrindo a face, isso se torna um desafio, pois o paciente só enxerga os nossos olhos. Então, tivemos que aprender a demonstrar de outras maneiras, a reinventar o afeto e carinho, para que seja transmitido ao paciente”.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Beneficiários Cassems, veja quem pode e como realizar testes rápido e molecular para detecção de Covid-19

A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) oferece aos beneficiários testes rápidos e molecular, para a detecção da Covid-19. O plano de saúde segue a normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), de cobertura do exame em pacientes com sintomas de síndrome gripal, com solicitação feita e justificada por um médico.
Os beneficiários que tiverem solicitação de médicos fora da Rede Própria Cassems ou rede credenciada, devem enviar o pedido aos canais de transcrição de exames, no e-mail transcricao.exames@cassems.com.br ou pelo Whatsapp (67) 99242-1766.
Os testes rápidos detectam, por meio da coleta de sangue, a presença de anticorpos no soro ou no plasma do paciente. Esses exames podem apresentar o resultado em até 30 minutos após a realização. Para identificar se a pessoa teve contato com o vírus, o tempo estimado é de pelo menos oito dias após o início dos sintomas. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para dar positivo, é preciso que o organismo tenha tido tempo de produzir as defesas.
O teste molecular, também chamado de RT-PCR, detecta a presença de material genético do vírus no corpo do paciente. O exame utiliza amostras de secreções do nariz ou da garganta do paciente. Ele não mostra se a pessoa já teve a doença, como os sorológicos, mas se há vírus vivos no organismo, naquele momento. Para ter um resultado mais fiel, é necessário que seja feito pouco tempo depois da apresentação dos primeiros sintomas. Os laudos podem demorar alguns dias para serem finalizados. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa é a alternativa mais confiável, até o momento, para saber se o indivíduo possui ou não a Covid-19.
Após solicitar o exame, o beneficiário pode consultar a autorização no Aplicativo do Beneficiário. Em caso de dúvidas, ligue no Disque Dúvidas Coronavírus: (67) 4001-6950, em Campo Grande, das 7h às 18h. Em dourados, o número é (67) 3033-8350 das 7h às 18h. Na Capital, a coleta está sendo agendada em Rede Própria e no interior poderá ser realizada nos Hospitais Cassems ou nos laboratórios da Rede Credenciada.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Com a chegada do inverno, Cassems orienta para a prevenção e combate das doenças respiratórias

As baixas temperaturas pedem alguns cuidados redobrados em relação à saúde respiratória

A qualidade de vida de uma pessoa está diretamente associada à respiração e, no período de maio a agosto, há uma alta dos casos de doenças do aparelho respiratório. Especificamente, neste ano, é vivenciado um cenário de pandemia de Covid-19 em que, mais do que nunca, os cuidados preventivos devem ser colocados em prática. O médico Henrique Dorsa orienta para alguns cuidados básicos com a saúde que resultam em benefícios não apenas no sistema respiratório, mas para todo o corpo, em geral.

Henrique explica que, no inverno, as patologias infecciosas se manifestam, ou se elevam em indivíduos que possuam doenças respiratórias, como no caso da asma. “Dessas doenças, destacam-se algumas, como o famoso resfriado, com inflamação no nariz, na garganta e até no ouvido, além das gripes, que podem ser potencialmente graves”.

De acordo com o médico, o inverno é caracterizado, também, pelas mudanças bruscas no clima. “O inverno no Brasil tem a particularidade de ser frio e seco. Então, as próprias características da estação contribuem para o ressecamento das mucosas da garganta, do nariz e torna a pessoa mais suscetível a entrada desses agentes infecciosos”.

Medidas de Prevenção

Henrique salienta que, para evitar que as doenças respiratórias evidenciadas no inverno, algumas medidas de prevenção em saúde são necessárias. “É importante lavar as mãos, realizar a higiene pessoal corretamente, fazer o distanciamento social apropriado, evitar aglomerações de pessoas e buscar ajuda médica em casos de sintomas mais graves”.

O médico orienta, também, para evitar a automedicação. “É importante não utilizar antibióticos sem a recomendação de um médico, além de outras práticas que prejudicam a saúde respiratória, como o tabagismo. Não só o tabagismo ativo, que é quando a pessoa fuma, mas o tabagismo passivo, quando se convive com uma pessoa que fuma”.

A pessoa deve buscar ambientes ventilados e manter as janelas de casa abertas durante o dia, evitando locais fechados e aglomerados de pessoas, além de manter-se sempre hidratado, conforme explica Henrique. “A hidratação é fundamental para a boa saúde, tomando muita água, chás e bebidas quentes”.

Para o tratamento, o médico faz orientações diferenciadas para determinados casos. “Em quadros de sintomas leves, pode ser feita hidratação rigorosa e afastamento social, além da lavagem do nariz com soro fisiológico. Se houverem sinais mais graves, como dificuldade para respirar, é importante buscar assistência médica”. 

Sarah Santos
Ascom Cassems

Gestante com Covid-19 recebe alta com corredor de aplausos no Hospital Cassems de Nova Andradina

Com 18 semanas de gestação, a paciente Marinez de Paula Morel, de 31 anos, atravessou o corredor de aplausos de profissionais da saúde e funcionários do Hospital Cassems de Nova Andradina, nesta quarta-feira. Ao cruzar a saída, ela se emocionou ao ver os colaboradores que cuidaram dela e do bebê nos 4 dias em que ficou internada na unidade hospitalar.
Para Marinez, a saída do hospital não poderia ter sido mais marcante, com a surpresa que recebeu. “Quando saí do quarto de internação e cheguei no corredor, tive um momento muito emocionante, com os profissionais de saúde que me atenderam batendo palmas para mim. Nunca vou me esquecer”.
O médico que orientou o seu tratamento, Guilherme Zandoná, explica que Marinez recebeu alta para ficar em quarentena domiciliar, devida à melhora significativa do quadro clínico. “A paciente permaneceu internada por quatro dias, sob os nossos cuidados, e nesse período teve melhora no desconforto respiratório, entrando nos critérios para alta hospitalar”.
O gerente do Hospital Cassems Nova Andradina, Eliezer Branquinho, salienta que cenas como essas alegram a equipe de profissionais da saúde e dão esperança no enfrentamento do novo coronavírus. “Essas situações nos servem como uma motivação para continuarmos nessa árdua batalha de acolher e cuidar dos servidores públicos e seus familiares, durante esse período tão difícil pelo qual o mundo passa. Nossas equipes têm trabalhado incansavelmente para atender aos beneficiários com afeto e qualidade técnica. Todos os dias, unimos o que há de melhor em humanização e capacidade profissional de receber e tratar as pessoas com excelência”.
Marinez conta que não esperava ficar internada e não foi ao hospital preparada para isso, mas pelo seu quadro clínico, o isolamento se fazia necessário. “O meu maior desafio foi o primeiro dia de internação. À noite, lembro de me sentir muito desesperada, com saudades da família e sem saber lidar com as incertezas daquela situação”.
Ela relata que adquiriu a Covid-19 por transmissão comunitária, então, não sabe como ou de quem contraiu a doença. Após o diagnóstico, a sua gestação, o filho de 10 anos e a sua família foram suas maiores preocupações.
Agora, o sentimento de Marinez é de gratidão, à sua família, amigos e aos serviços da Caixa dos Servidores. “Agradeço aos médicos, enfermeiros e equipe de limpeza, que em todos os momentos me deram atenção, com palavras de positividade que me animaram e deram esperanças naquele momento difícil. Também, recebi muitas mensagens e ligações de pessoas queridas”.

Sarah Santos
Ascom Cassems

Cassems amplia leitos de UTI em Campo Grande e Dourados

Com o aumento exponencial no número de pacientes infectados pela Covid-19, o plano ampliará leitos de terapia intensiva na capital e em Dourados.

O presidente da Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), Ricardo Ayache, anunciou no início da tarde desta quinta-feira (25), a ampliação no número de leitos de terapia intensiva em dois hospitais da Rede Própria: Campo Grande e Dourados. A reunião contou com a presença do diretor Clínico do Hospital Cassems de Campo Grande, Marcos Bonilha e do diretor administrativo da unidade, Alessandro Depieri.

O agravamento da pandemia do novo coronavírus foi decisivo para a ampliação do número de leitos de UTI nos dois municípios. Na capital, Ayache anunciou um aumento de 40%, o que significa 12 leitos a mais para o atendimento aos pacientes infectados pela Covid-19, passando dos atuais 30 leitos para 42 leitos. Em Dourados, a oferta de leitos de terapia intensiva será ampliada em 30%, passando de 15 para 20 leitos. Os beneficiários da Caixa dos Servidores poderão contar com esse reforço a partir de segunda-feira (29).

Mesmo com a aumento da capacidade de internação de pacientes mais graves em UTI, o presidente da Caixa dos Servidores reforça a necessidade de a população manter as diretrizes que já vêm sendo orientadas pelas autoridades sanitárias desde o início da pandemia no Brasil. “É importante que se mantenha os cuidados de usar a máscara, higienizar corretamente as mãos, permanecer em casa se possível e, acima de tudo, fazer uso do distanciamento social como ferramenta primordial para o controle da pandemia, evitando aglomerações em locais públicos. Essas ações são de extrema importância para que possamos enfrentar essa situação”, afirma.

Hospital de Campanha

Ainda no mês de março o Hospital Cassems de Campo Grande implantou um Hospital de Campanha com três consultórios e 30 leitos para atendimento ambulatorial dos pacientes que apresentarem sintomas do Covid-19. Nesse período a capacidade de leitos de UTI já havia sido ampliada em 50%, num total de 30 leitos. Além disso, ainda há a disponibilidade de três leitos de isolamento com câmara de pressão negativa, sendo distribuídos da seguinte forma: um no Pronto Atendimento, um na UTI Geral e um na UTI Cardio.

Miriam Ibanhes
AssCom Hospitais Cassems

Cassems e Sicoob realizam ação para arrecadar de mantimentos, materiais de higiene e limpeza

A parceria entre Cassems e Sicoob busca ajudar famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade durante a pandemia

Até o fim do mês de julho, a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), em parceria com o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), realiza campanha de arrecadação de mantimentos, materiais de higiene e limpeza.
Neste período de pandemia de Covid-19, muitos trabalhadores e suas famílias encontram-se em situação de vulnerabilidade, pois perderam os seus empregos ou foram prejudicados em sua renda. Além da necessidade essencial de alimentação, esses indivíduos também precisam manter boas práticas em prevenção e higiene, para evitar a contaminação por coronavírus.
Para a arrecadação, podem ser doados: água sanitária, creme dental, detergente líquido, papel higiênico, sabão em pó, sabonete, desinfetante, sabão em barra, álcool 70%, além de alimentos não perecíveis. Os produtos devem ser entregues nas unidades Cassems da capital, que possui 10 pontos de coleta. São 2 na sede da Cassems, 2 no Hospital Cassems Campo Grande, 2 no Centro Médico e de Diagnóstico Avançado, 1 na Clínica da Família, 1 na Clínica Carandá, 1 no Centro Integrado de Atenção Psicossocial e 1 no Centro de Prevenção.
Confira o endereço e responsável pela arrecadação em cada unidade:

Sede Cassems
Rua Antônio Maria Coelho, 6065
Vivendas do Bosque
67 3314-1010

Hospital Cassems
Avenida Mato Grosso, 5151 – Carandá Bosque
67 3323-0300

Centro Médico e de Diagnóstico Avançado (CMDA)
Rua Príncipe Ranier, 84. Royal Park
67 3056-9800

Centro de Prevenção em Saúde
Rua Abrão Julio Rahe, 97
67 4001-6900

Clínica da Família
Rua 25 de Dezembro, 1231 – Centro
67 3322-3400

Centro Integrado de Atenção Psicossocial (Ciaps)
Rua São Paulo, 68 – Centro
67 3384-6344

Unidade Carandá Bosque
Rua Boipeva, 184 – Carandá Bosque I
3312-2102https://www.youtube.com/watch?v=MzVKsltzYdI

Sarah Santos
Ascom Cassems

Médico curado da covid-19 conta sua experiência após 8 dias de internação em hospital da Cassems

Com 8 dias de internação, o paciente elogia os protocolos e a equipe de atendimento Cassems

O médico intensivista, Leandro de Oliveira Silva, recebeu alta médica na última quinta-feira (18), no Hospital Cassems Nova Andradina, após 14 dias de tratamento de Covid-19, sendo 8 em Unidade de Terapia Semi-Intensiva. O profissional de saúde, que atua na linha de frente do combate ao novo coronavírus em uma unidade de saúde de Dourados, se viu no lugar de paciente e contou com os serviços da Caixa dos Servidores. Ele está curado da doença, mas ainda segue em recuperação. “Eu ainda me sinto debilitado, perdi 14 kilos no total durante esse período, me sinto fraco e ainda não posso ficar muito tempo em pé. Há algumas restrições musculares e pulmonares”.
O sentimento de Leandro, após passar pela doença e ser acolhido pela equipe Cassems, é de gratidão. “O meu atendimento foi excelente. Agradeço à toda equipe de médicos e, especialmente, à minha médica, Maria Rosenbaum. A capacidade técnica dela foi sensacional, uma competência ímpar, o que foi fundamental no meu tratamento”.
Os agradecimentos se estendem não só à equipe médica, como aos outros profissionais que atuam na estrutura e atendimento do hospital. “Agradeço aos funcionários da limpeza, que foram muito gentis comigo. Ao pessoal da cozinha, que me incentivou muito na alimentação. E, também, aos enfermeiros, que foram muito competentes nos cuidados, durante os dias em que estive internado”.
O médico reitera a importância da prevenção para evitar o contágio do coronavírus. “Falo como paciente e profissional da saúde. Infelizmente, a Covid-19, é uma doença que, enquanto não surgir uma vacina, não há muito o que fazer à respeito e muitas pessoas vão passar por ela. Para evitar, é preciso que as pessoas se policiem em relação ao uso de álcool 70%, uso de máscara de proteção, além de evitar o contato físico”.
Leandro chama a atenção para a realização das medidas de proteção, também, dentro de casa. “Mesmo que eu tenha adquirido a doença, minha família não contraiu, porque mantivemos todos os cuidados dentro de casa. Eu mesmo lavava as minhas roupas, fazia toda a higienização indicada ao chegar em casa, evitava o contato físico, entre outras medidas que ajudaram neste período”.
Ele conta que, ao chegar no Hospital Cassems de Nova Andradina, foi encaminhado para a Semi UTI. “O tratamento que recebi foi impecável, baseado nos protocolos mais modernos. Na terça-feira, houve uma piora nos exames, mas com o tratamento eu fui melhorando e me sentindo melhor. No quarto dia de internação, mesmo com o oxigênio, já conseguia ficar sentado e percebi progresso no meu quadro clínico”.
A Coordenadora da Unidade Semi-Intensiva do Hospital Cassems Nova Andradina, Maria Claudia Rosenbaum, foi quem orientou o tratamento de Leandro e explica os procedimentos realizados com o paciente. “Ele veio transferido de uma unidade de saúde em Ivinhema. Então, como já estava na fase inflamatória da doença, o levamos para a unidade semi intensiva e identificamos um pouco menos de 50% de acometimento pulmonar. Inserimos alguns medicamentos e iniciamos o tratamento, colocando ele em isolamento completo, com oxigênio complementar e fisioterapia”.
Com a melhora progressiva, Leandro pôde comemorar a retirada do oxigênio complementar. “Para mim, aquele foi um sinal de que estávamos vencendo a doença. Na sexta-feira, já não tive mais febre e nem dores na cabeça ou no corpo. Após isso, segui me recuperando, já conseguia tomar o banho sozinho, e no domingo fizemos a opção pela alta”.
Maria Claudia salienta que os pacientes com a Covid-19 que são atendidos no Hospital Cassems Nova Andradina recebem um tratamento cuidadoso, com a cautela para evitar possíveis contágios. “Temos uma área diferenciada para atender pacientes com Coronavírus, com uma equipe separada, fazendo uso de todos os equipamentos de proteção individual. Nos últimos dias, o paciente Leandro já não apresentava mais os sintomas de antes, e foi embora muito bem”.
Nesta unidade hospitalar, a segurança nos protocolos é uma grande aliada dos tratamentos de sucesso realizados pela unidade. Maria Claudia afirma que tanto os pacientes, quanto os profissionais de saúde, são beneficiados. “No hospital, temos entradas separadas para as equipes que trabalham com a Covid-19 e as que trabalham com outras patologias. Os pacientes também são tratados em áreas diferentes, para diminuir os riscos. Oferecemos todos os equipamentos de proteção individual, temos um regulamento rígido de proteção, além de treinamentos semanais de paramentação”.
A Coordenadora da Unidade Semi-Intensiva do Hospital Cassems Nova Andradina, Maria Claudia Rosenbaum, foi quem orientou o tratamento de Leandro e explica os procedimentos realizados com o paciente. “Ele veio transferido de uma unidade de saúde em Ivinhema. Então, como já estava na fase inflamatória da doença, o levamos para a unidade semi intensiva e identificamos um pouco menos de 50% de acometimento pulmonar. Inserimos alguns medicamentos e iniciamos o tratamento, colocando ele em isolamento completo, com oxigênio complementar e fisioterapia”.

Sarah Santos
Ascom Cassems